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O QUE SÃO ALIMENTOS FUNCIONAIS?



          Alimentos funcionais ou nutracêuticos são aqueles capazes de desempenharem papel metabólico ou fisiológico por meio da atuação de um nutriente ou não nutriente no crescimento, no desenvolvimento, na manutenção e em outras funções normais do organismo humano.

          No Brasil, os alimentos funcionais estão regulamentados, desde 1999, pela Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.  Atualmente os nutrientes liberados, com alegação de propriedade funcional e de saúde são: ácido graxo ômega 3, carotenóides (licopeno, luteína), fibras alimentares (betaglucana, frutooligossacarídeos, inulina, psyllium, quitosana,  lactulose), fitoesteróis, probióticos e a proteína de soja.

          Para que o consumidor identifique com propriedade os alimentos funcionais, basta atenção ao rótulo do produto. O fabricante deverá atender aos requisitos para o que se denomina ‘alegação de saúde’ (em inglês: health claim). Por exemplo: farelo de aveia de uma determinada marca tem a seguinte alegação: ‘ajuda a manter níveis saudáveis de colesterol’.

          Entre os alimentos que contém os nutrientes funcionais mais investigados hoje destacam-se a soja, o tomate, os peixes e óleos de peixe, linhaça, as crucíferas (brócolis, couve de bruxelas, repolho, entre outros), o alho e a cebola, as frutas cítricas, o chá verde, as uvas/vinho tinto, os cereais com aveia, os prebióticos e os probióticos. São alimentos que além de nutrir possuem componentes ativos que atuam sobre o organismo produzindo efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou benéficos sobre a saúde.

           É preciso, porém esclarecer que os alimentos funcionais não curam doenças, ao contrário dos remédios, e são conhecidos, também, como nutracêuticos, embora esse termo seja menos usado. Eles apresentam componentes ativos capazes de prevenir doenças ou reduzir o risco de certas doenças. Dentre as doenças mais investigadas estão as cardiovasculares, câncer, hipertensão, diabetes, doenças inflamatórias, intestinais, certas afecções reumáticas, Mal de Alzheimer, entre outras. Quando consumidos em sua forma natural, ou seja, na forma de alimento, não apresentam contra indicações e podem ser consumidos sem prescrição médica.

 

Fonte : http://super.abril.com.br/superarquivo/2007/conteudo_503361.shtml

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